
Um dos pressupostos do levantados é que qualquer reflexão ou ação evangelizadora, transcultural ou não, deve levar em consideração as mudanças que estão acontecendo ao nosso redor e que afetam a todos nós, assim como as instituições, seja elas eclesiásticas ou não, nas quais estamos envolvidos.
Por ora basta dizer que se partimos do pressuposto de que as forças da pós-modernidade e globalização, por assim dizer, estão presentes na vida política, tecnológica, cultura, econômica e religião.
Essas forças afetam direta ou indiretamente sistemas políticos, tradições, valores, formas de pensar e agir.
Essas forças afetam também as instituições, sejam elas governamentais ou não, privadas ou religiosas. Desse modo, no início deste novo milênio, a Igreja precisa repensar o seu papel e reavaliar as suas práticas.
Essa sensação de fragilidade que experimentamos é também um reflexo da inadequação das instituições que, até o momento, serviram de referência.
E não se trata de uma onda passageira. Se trata de quem a Igreja quer impactar com as boas novas de Cristo no inicio do terceiro milênio.
“ o homem moderno é o que experimenta a sensação do estranho, não tem certezas estabelecidas, apenas dúvidas”( segundo um filosofo contemporâneo ).
A sociedade moderna que adentra o terceiro milênio é cativa de visão pós-moderna que nada vê além da fragmentação e que, como uma nau à deriva, afirma a “ dissolução da totalidade, do grande relato, da interpretação abrangente e histórica “.
A igreja precisa pensar para agir. Mas os cristão na sua maioria, preferem morrer a se dar à reflexão e ao pensar. Na verdade é isso que eles acabam fazendo, isto é, morrendo.
A igreja precisa entender que ter a mente cristã é compreender o mundo ao nosso redor, influenciados pela Verdade de Deus. Precisamos pensar os pensamentos de Deus a respeito de qualquer assunto.
O cristão que está conscientemente aperfeiçoando a mente lida com as informações, experiências e idéias ao ponto de poder encaixá-las de acordo com o seu real valor no mapa do entendimento, chamamos de cosmovisão.
Se exacerbarmos uma qualidade em detrimento de outra estaremos descaracterizando e desumanizando o homem como originalmente intencionado e criado por Deus.
Se quisermos pensar com integridade precisamos ter uma mente renovada, pois uma vez ela renovada, nossos interesses já não seguirão as propostas do mundo, mas as da vontade de Deus, que nos transforma.
Por ora basta dizer que se partimos do pressuposto de que as forças da pós-modernidade e globalização, por assim dizer, estão presentes na vida política, tecnológica, cultura, econômica e religião.
Essas forças afetam direta ou indiretamente sistemas políticos, tradições, valores, formas de pensar e agir.
Essas forças afetam também as instituições, sejam elas governamentais ou não, privadas ou religiosas. Desse modo, no início deste novo milênio, a Igreja precisa repensar o seu papel e reavaliar as suas práticas.
Essa sensação de fragilidade que experimentamos é também um reflexo da inadequação das instituições que, até o momento, serviram de referência.
E não se trata de uma onda passageira. Se trata de quem a Igreja quer impactar com as boas novas de Cristo no inicio do terceiro milênio.
“ o homem moderno é o que experimenta a sensação do estranho, não tem certezas estabelecidas, apenas dúvidas”( segundo um filosofo contemporâneo ).
A sociedade moderna que adentra o terceiro milênio é cativa de visão pós-moderna que nada vê além da fragmentação e que, como uma nau à deriva, afirma a “ dissolução da totalidade, do grande relato, da interpretação abrangente e histórica “.
A igreja precisa pensar para agir. Mas os cristão na sua maioria, preferem morrer a se dar à reflexão e ao pensar. Na verdade é isso que eles acabam fazendo, isto é, morrendo.
A igreja precisa entender que ter a mente cristã é compreender o mundo ao nosso redor, influenciados pela Verdade de Deus. Precisamos pensar os pensamentos de Deus a respeito de qualquer assunto.
O cristão que está conscientemente aperfeiçoando a mente lida com as informações, experiências e idéias ao ponto de poder encaixá-las de acordo com o seu real valor no mapa do entendimento, chamamos de cosmovisão.
Se exacerbarmos uma qualidade em detrimento de outra estaremos descaracterizando e desumanizando o homem como originalmente intencionado e criado por Deus.
Se quisermos pensar com integridade precisamos ter uma mente renovada, pois uma vez ela renovada, nossos interesses já não seguirão as propostas do mundo, mas as da vontade de Deus, que nos transforma.
COMPOSIÇÃO: MARK PINHEIRO (baseado no livro evamgelização no mercado pós-moderno)
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